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Que merecem MESMO ser vistas. Adidas.

 

Nota: este filme foi realizado por um estudante de cinema e apresentado ao departamento de comunicação da Adidas, não tendo obtido qualquer resposta da marca. Entretanto, tornou-se viral…

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Que merecem MESMO ser vistas. Lifebuoy.

 

 

 

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Mansarda

12.01.17

A Mansarda – IPSS com caráter cultural e cívico e sem fins lucrativos – lançou recentemente a sua primeira campanha.

A campanha “a velhice não se mascara” – e este é um tema que me começa a ser mais familiar do que desejava – pretende sensibilizar-nos para que não deixemos cair no esquecimento os grandes nomes do mundo artístico. E vale a pena divulgar.

 

 

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manchester by the sea.png

Fui ver a semana passada e gostei francamente.

Apesar de já vencedor de uma série de prémios e nomeado para tantos outros (incluindo 5 Globos de Ouro), não é, de todo, uma produção “à Hollywood”.

Com algum humor negro à mistura, tem uma interpretação excecional de Casey Afflek (vencedor do Globo de Ouro de melhor ator, na categoria drama), que surge como o protagonista monossilábico de expressão inexpressiva e um rumo de vida sem interesse absolutamente nenhum.

É um filme simples, tremendamente realista, focado em várias tragédias familiares de pessoas vulgares. Passado essencialmente numa vila piscatória, está repleto de poderosos flashbacks e encontros (o do protagonista com a ex-mulher é de uma intensidade brutal), que associados à permanente melancolia chegam a ser angustiantes e quase agoniantes (sobretudo para quem tem filhos).

À data de hoje, são muitas as publicações americanas de prestígio que colocam o Manchester by the Sea no topo dos filmes do ano e quase parecem querer “levá-lo ao colo” a caminho das nomeações para os Óscares, em detrimento de super-heróis ou de criaturas sobrenaturais – e isto diz muito sobre o seu valor.

Vai encher a alma de quem o visionar; recomendo vivamente que o façam.

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Mário Soares

10.01.17

mário soares.jpg

Mário Soares foi, desde sempre, um homem controverso e cujas ideias e atitudes políticas geraram, também desde sempre, amores e ódios vários.

Mesmo não empatizando exageradamente com a sua figura e forma de estar, a verdade é que estamos reconhecidamente perante a morte de um dos portugueses mais ilustres e influentes da nossa história, daqueles que vão ficar “marcados” nos livros (se, no futuro, ainda existirem livros), provavelmente pelas melhores (e incontornáveis) razões.

Para muitos da minha geração, será inesquecível a campanha das presidenciais de 1986 e os anos seguintes como Presidente da República, embora os seus grandes e mais valiosos feitos pela democracia portuguesa tenham acontecido mais de uma década antes.

De Mário Soares guardarei também a imagem de um homem fixe com uma enorme dedicação à Liberdade, de um socialista corajoso e com convicções pouco ou nada dependentes das sondagens – e isto é raro e valioso, sobretudo nos dias de hoje.

 

 

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concerto.JPG

Nos últimos dois / três anos, a música clássica tem encontrado na minha vida um espaço cada vez maior.

Alguns, com simpatia, dizem que é a maturidade. O que sinto, na realidade, é uma necessidade - que nos últimos meses tem sido quase diária - de ouvir sons novos e absolutamente arrasadores.

Sei que jamais deixarei de ouvir a minha “música de sempre”, mas a paz e chama no mesmo minuto que os clássicos proporcionam e a beleza e complexidade de sons com que nos deixam a pensar que magos eram aqueles que compuseram aquelas músicas, é algo que sinto ter-me “agarrado” para sempre.

Inspirado no tradicional encontro anual em Viena, ontem foi dia de Concerto de Ano Novo, no Coliseu de Lisboa. Tendo como base as melhores valsas, polcas e marchas de Strauss, tenho a certeza de que, musicalmente falando, não poderia entrar em 2017 de forma mais fascinante.

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Ainda 2016

08.01.17

Para fechar 2016, ainda outras campanhas de que gostei e que merecem destaque.

 

Loterías y Apuestas del Estado ‘Lotería de Navidad’

 

Licor Beirão ‘We’re Sorry Harry Kane’

 

Edeka ‘Natal’

 

Under Armour ‘It’s what you do in the dark that puts you in the light’

 

Vodafone ‘Natal’

 

Maltesers ‘Look on the light side of disability’

 

Marks & Spencer ‘Christmas with love’

 

Associação Salvador ‘5 Minutos Fazem a Diferença’

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No início de Janeiro, para além das típicas renovações de objetivos e resoluções pessoais e profissionais, gosto de olhar para trás e ver o que de bom foi feito e implementado, no que a campanhas diz respeito.

E 2016 foi um ano “rico” em excelentes produções, de grande impacto e altamente virais. E muitas com um storytelling ao nível de boas curtas metragens.

Das que vi, segue o meu TOP 10.

 

1) Channel 4 ‘We're the superhumans’

 

2) Shell ‘Best Day Of My Life’

 

3) iPhone 7 'Balloons'

 

4) Dove ‘A beleza real toca o coração’

 

5) Virgin Media ‘9.58 seconds’

  

6) John Lewis ‘Buster the Boxer’

 

7) H&M 'Come together'

 

8) Burberry ‘Natal’

 

9) Sainsbury's ‘Natal’

 

10) Axe ‘Find your magic’

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viagem.jpg

Tentamos “fugir” quase sempre com os miúdos na última semana do ano. Desta vez ficámos por cá, a Norte. E que bem estivemos, à aventura, de carro, sem nada marcado.

Saímos de Lisboa na terça-feira, almoçámos no Porto e parámos em Viana do Castelo. No dia seguinte Caminha e Vila Nova de Cerveira (que sitio maravilhoso). No terceiro dia partimos para Valença, passámos por Monção e ficámos na deslumbrante Ponte de Lima. Sexta-feira seguimos por Ponte da Barca e Arcos de Valdevez antes de “aterrarmos” em Guimarães – e esta foi, para mim, a maior surpresa, com o centro histórico espetacularmente bem recuperado.

Apesar do frio, tivemos a sorte do sol nos acompanhar em permanência e foram cinco dias intensos, em que cada minuto em cada local foi degustado com o tempo possível que fomos destinando a cada um. Não foi fácil manter os quatro troublemakers dentro do carro muito tempo, obviamente houve “gritos e apitos” pelo meio da viagem, mas voltar a lugares onde já não ia para aí há 30 anos e mostrar-lhes a hospitalidade, a cultura (e a comida!) das gentes do Minho foi um marco para eles.

Regressámos a Lisboa no último dia do ano com a certeza de que saímos bem de 2016 e que voltaremos a meter-nos no carro, à aventura para Norte, provavelmente em 2017.

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