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Douro

29.05.17

Douro.png 

Quando chegámos à Quinta de La Rosa, na 6ª feira já hora de jantar - mas ainda com luz mais do que suficiente para nos deixar basbaques com a paisagem num churrasco junto à piscina - demos por nós a pensar como é que ainda não tínhamos “aterrado”, a tão poucas horas de Lisboa, num dos mais paradisíacos locais terrenos.

Com visitas a vinhas e caves, provas de vinhos e a inauguração do restaurante Cozinha da Clara (em homenagem à avó da proprietária) - e mergulhos no rio para os mais atrevidos - este fim-de-semana perdemo-nos de paixão pelo Douro, como já nos tinham avisado que iria acontecer.

Toda a quinta tem uma vista soberba e dos quartos com a janela aberta vê-se o paraíso. O que nos acolheu era o “Cândida” e fez-me lembrar, pelo nome obviamente, Cândido, a personagem principal da sátira escrita por Voltaire em 3 dias. O mesmo número de dias em que estivemos no Douro e em que, ao contrário do jovem que se desilude ao experienciar as arduidades do mundo, acabámos a iludir-nos com a (im)possibilidade imediata de por lá passar grande temporadas.

Voltaire concluiu a sua obra com um “devemos cultivar o nosso jardim”. Nós despedimo-nos do Douro com um maravilhoso almoço no DOC e com a enorme certeza de que por lá estaremos mais vezes a tentar recuperar o tempo perdido e a cultivar o nosso.

 

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