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Escape Game Week

24.05.17

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O conceito é simples. Uma equipa é trancada numa sala e tem que decifrar uma série de enigmas para conseguir de lá sair em menos de uma hora, passando eventualmente por outras salas.

Os Escape Games estão na moda, eu já tive oportunidade de fazer os dois jogos da Puzzle Room e o do Illuminati Escape Rossio - e em ambos os casos foi espetacular.

(pelo que percebi na conversa que tive pós-evento com os respetivos organizadores, são muitos os turistas que escolhem as suas cidades destino tendo também como motivação a participação nestes jogos – e, não sendo uma razão prioritária para a escolha, percebe-se o entusiasmo, sobretudo depois de participar nos primeiros).

Esta semana, e pela primeira vez em Portugal, acontece a Escape Game Week, que oferece descontos muito interessantes a quem quiser participar nos 34 jogos aderentes.

Para quem nunca experimentou, esta é uma boa altura para começar!

Mais informações aqui. 

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Manchester

23.05.17

manchester.jpg

Sou, regra geral, um gajo tolerante. E cada vez mais tenho menos pachorra para merdas sem importância nenhuma, perante uma conjuntura global catastrófica.

O que me faz “virar do avesso” são coisas como a que ontem aconteceu em Manchester. E que fazem vir ao de cima aquilo que imagino seja o pior de mim, ao ponto de desejar aos seres que cobardemente as perpetram, coisas tão más que nem consigo descrever.

Estes atos terroristas têm alastrado o medo por todo o lado, como se de um vírus se tratasse. Nas zonas turísticas e de grande tráfego ou nas salas de espetáculos, num qualquer momento de lazer com amigos ou família, não são raras as vezes em que nos passa pela cabeça a hipótese de um qualquer acéfalo se fazer explodir ou atropelar indiscriminadamente quem estiver à sua frente. E a normalidade com que estas coisas nos ocorrem significa que já nem sequer estão ao nível do subconsciente; a constatação de que a ameaça existe e pode acontecer efetivamente em qualquer lugar - mesmo num que pareça pouco provável e no qual até nos sentimos bastante confortáveis - é, talvez, uma das maiores vitórias do terrorismo. A bem de uma razão qualquer, que não é mais do que pura estupidez humana.

É esperando que a proximidade destes acontecimentos não nos traga desgostos maiores, que nos resta mostrar solidariedade para com as famílias das vítimas e aproveitar os meios e as redes sociais nesse sentido.

Os que mandam, os grandes líderes mundiais, não podem limitar-se a reagir como nós. A eles exige-se que, no combate ao terrorismo, os grandes interesses económicos não interfiram nas suas decisões. E que o seu “eagle eye” não aponte exclusivamente para o respetivo umbigo. Em nome da paz.

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As touradas

16.05.17

Lembro-me de ser miúdo e de ficar pregado à RTP 1 quando transmitia tourada, à espera da pega do touro. Era o momento em que, apesar de toda a ingenuidade enquanto criança, esperava pela vingança do (outro) animal que tinha estado a ser gozado (em sofrimento) durante algum tempo pelos cavaleiros, toureiros e entusiastas nas bancadas.

Hoje, não sendo nenhum fanático anti touradas, claramente não gosto e não percebo o porquê do fascínio por esta atividade “pré-histórica”, que - embora transversal na sociedade - me parece digna de seres pouco pensantes.

Esta campanha da FLAC (Federation of Leagues Against Corridas) é chocante e vai para além da normal sensibilização para o fim das corridas de touros, pondo (creio) alguns aficionados a pensar.

 

 

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O efeito Netflix

11.05.17

Cinepolis.jpg

Enquanto em Portugal andamos ainda a discutir a passagem das audiências (e do investimento publicitário) em televisão dos canais abertos para o cabo, nos Estados Unidos, discute-se a passagem dos telespetadores dos canais cabo para as operadoras que “servem” conteúdos taylor made (Netlflix, Youtube, etc).

Na prática as mudanças do consumo no entretenimento estão a mudar rapidamente e de forma profunda, o que levou a que, por exemplo, a ESPN americana (“The Worldwide Leader in Sports”) avançasse no final de Abril para um layoff de 100 trabalhadores - entre os quais vários “pesos pesados” da estação, caras de grande reconhecimento por parte do publico americano.

Por lá chama-lhe o “efeito Netflix” e a colateralidade estende-se também (obviamente), ao cinema, onde a rede Cinepolis instalou em algumas das suas salas uma espécie de playground, com o objetivo de conseguir maior frequencia de familias na exibição dos filmes. Basicamente está aberto 20 minutos antes do inicio das sessões e nos intervalos de 15 minutos - e não sei se por cá seria adepto se aparecesse uma solução destas, mas gosto da inovação.

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Smombies

03.05.17

smombies.jpg

Ainda relativamente à prevenção rodoviária dos peões, as distrações a atravessar a estrada têm sido um motivo de grande preocupação em muitas cidades.

Uma das principais razões para tal, prende-se com a sistemática utilização em andamento de smartphones, o que já levou a que - com o objetivo de proteger os utilizadores obcecados que não tiram os olhos do ecrã nem para atravessar a estrada - na Holanda (em Bodegraven), ou na Alemanha (em Augsburgo) tenham instalado semáforos no chão, em passeios.

Já há uns anos, na China, foram testadas também outras soluções, como vias pedestres distintas para os 'smombies' (zombies do smartphone), por forma a não colidirem com outras pessoas.

Parece mentira. Mas não é.

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MIXORDIA-1200X1200.jpg

Geralmente entro na garagem do meu local de trabalho ao mesmo tempo que está a começar a Mixórdia de Temáticas e não são poucos os dias em que fico dentro do carro mais uns minutos, à conta do talento de quem as faz. Há rúbricas e programas de rádio que - se fosse possível - podíamos pagar para ouvir, tal a sua genialidade.

Hoje foi mais um dos dias que fiquei preso no carro mais uns minutos. Vale a pena ouvir aqui a História de Portugal, por João Ricardo Pateiro.

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Tempo depois do tempo.PNG

Esta exposição do fotojornalista Alfredo Cunha reúne cerca de 500 fotografias e pode ser vista em Lisboa, na Galeria Municipal do Torreão Nascente da Cordoaria Nacional.

É uma retrospetiva dos seus 47 anos de trabalho e maior parte das fotos têm um impacto visual que só mesmo estando “olhos nos olhos” com elas se consegue entender. Para além dos momentos icónicos da história portuguesa, há todas as outras tiradas noutros países (muitas em cenários de caos ou guerra) que são sublimes o suficiente para nos deixar a pensar. E para dizer que ainda vou lá voltar outra vez.

A exposição pode ser vista até ao dia 25 de Abril. De terça a sexta, das 10h às 18h e ao fim de semana, das 14h às 18h.

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Cidade Gráfica

10.03.17

Mude.JPG

Representando uma grande parte do património gráfico de Lisboa do século XX, esta exposição do MUDE está patente no Convento da Trindade até ao próximo dia 18 de Março e vale muito a pena visitar (a entrada é livre).

Em exibição estão 70 letreiros e reclames que desapareceram do nosso horizonte visual por causa das várias reabilitações urbanas - ou porque as empresas entretanto fecharam a sua atividade ou evoluíram e adaptaram a sua comunicação para outros tempos - e representa uma importante memória da nossa cultura citadina.

Bom programa para o fim-de-semana.

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