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Cannes Lions

04.07.16

Terminou a semana passada o festival Cannes Lions e as agencias nacionais conseguiram 8 leões em várias categorias, quebrando assim o “quase jejum” de três anos consecutivos a trazer apenas um prémio.

Destaques para o ouro da ação Instruções de Segurança da Emirates (O Escritório):

 

 

Para o case Smart Effect (BBDO), que ganhou três prémios:

 

 

E para a Aula de Impacto da Brisa (Leo Burnett):

 

 

Enorme destaque ainda para a reportagem "The Displaced" do New York Times, que recebeu o grande prémio de entretenimento (atribuído pela primeira vez no festival).

A reportagem conta a história de três crianças refugiadas e envolveu o envio de um milhão de google cardboards para assinantes do jornal, para poderem ver a totalidade dos conteúdos da mesma. Em baixo o case e a reportagem (360º).

 

 

 

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Foi como ganhámos ontem. Com as mãos do Rui. E foi com as mãos do keeper, porque, na verdade, a nossa seleção não joga um caracol. Assim. Curto e grosso. Não jogamos nada à bola, apesar de termos elementos valiosos na equipa. E não fosse o Pepe, que está a realizar um europeu “do caraças” e o Renato, que parece ser o único que não tem medo de “agarrar na bola” e levá-la com força e garra para a baliza contrária, já estávamos, naturalmente, em casa.

Todos sabemos que “só quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro”, mas como é que é possível, o estimado Sr. Engenheiro, ter deixado o Renato e o Adrien de fora nos primeiros jogos? E ter mantido no onze o Ricardo Carvalho, enorme jogador, mas com uma gritante falta de velocidade para os explosivos jogadores mais novos?

Se o mister não tivesse sido tão conservador, uma coisa é certa: o meio campo e a defesa teriam estado, desde o início, a construir mais valor e a ganhar rotinas para os jogos mais decisivos.

Ontem (finalmente) acertou no onze, apesar do João Mário ter andado a dormir em grande parte do jogo. Faltou-lhe, no entanto, dizer aos médios para jogar menos para o lado e mais para a frente (tentar, ao menos). Se o tivessem feito, creio que não teríamos metade do país à beira de um ataque cardíaco.

É perante a verdade irrefutável de que ninguém nos ganha e que nós também não ganhamos a ninguém (pelo menos nos 90 minutos regulamentares), que o próximo jogo, a meu ver, exige mudanças. E para além da óbvia saída do William (castigado), há que ir mais longe.

Eng. Fernando, pense comigo sff: o Ronaldo e o Nani são os nossos elementos mais desequilibradores, não são? Já reparou como andam perdidos e em esforço à frente dos médios e não estão a render metade do que podem e sabem? Resolva isso e dê-lhes asas! Sabe como? Meta o Eder a jogar. Por muito fraco que seja, fixa os centrais e deixa espaço para os extremos irem ao meio “partir a loiça” e ainda para o Adrien e o Renato dispararem à entrada da área, como tão bem o fazem.

Faça o que lhe digo! Olhe que os senhores do INEM gostavam de ver o próximo jogo descansados, que o de ontem foi de uma trabalheira louca.

Assim, está a ver?

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Amigo Fernando, saúdo-o com estima e consideração. Mas lembre-se que a sorte, apesar de (pelos vistos) proteger também os menos audazes, não dura para sempre.

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Ainda a propósito do Brexit, algumas agências divulgaram esta semana propostas de campanhas rejeitadas e que nunca chegaram a ver a “luz do dia”. Algumas bem o mereciam…

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