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Esta ativação já tem 3 anos, mas, para quem não conhece, vale bem a pena ver.

Bom fim-de-semana!

 

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Caetano

09.09.16

A música de Caetano Veloso entrou na minha vida já bastante depois da adolescência, numa fase em que comecei a ouvir com mais atenção outro tipo de música que não rock, numa altura em que deixei de o achar uma espécie de mago velho.

Um pouco de atenção foi mais do que suficiente para perceber e sentir o óbvio encantamento - e, na verdade, para me achar uma realíssima besta por ter ignorado, durante uma parte da minha vida, um dos muitos deuses, se calhar o maior, da música popular brasileira.

Com o passar dos anos, para além de gostar (cada vez mais) de Caetano, comecei a degustar. E ontem assistimos a um concerto em modo de “menu de degustação”, intimo, de poesia cantada sempre acompanhada por um violão a encher a sala.

Como entrada, apareceu Teresa Cristina, com o extraordinário Carlinhos 7 Cordas, para cantar Cartola - compositor sambista da Mangueira. Uma hora quente e deliciosa de homenagem ao samba, absolutamente surpreendente e emocionante, o início de uma noite perfeita.

Depois, Caetano, o prato principal. 74 anos. Cantou maravilhosamente, como era suposto e ainda arriscou (e tão bem) um Love for Sale “à capela”, bem como o tema Libertação, em português - um poema de David Mourão-Ferreira interpretado por Amália. O velho que eu já achava velho há mais de 20 anos, foi sublime e fez-nos levitar durante todo o espetáculo.

O concertou terminou com os três em palco, qual sobremesa arrebatadora que nos deixa de barriga cheia e alma lavada.

Tenho a sorte de já ter visto ao vivo este expoente máximo da música brasileira uma meia dúzia de vezes. Se a vida o permitir, gostava de (pelo menos) duplicar este número. E saborear outra vez cada segundo da música de um mago, que de velho tem pouco.

 

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bike.jpg

A partir da próxima primavera, Lisboa terá cerca de 1.400 bicicletas em sistema de partilha, espalhadas por 140 docas / estações, à semelhança do que já acontece há tantos anos em algumas cidades portuguesas e europeias.

A Câmara Municipal de Lisboa, em conjunto com a EMEL, será responsável por planear a rede. O fornecimento de bicicletas e respetiva implementação e gestão será feito pela Órbita, ficando a EMEL também com a gestão de clientes, promoção do serviço e exploração de receitas - tarifas de utilização e espaço publicitário.

O bilhete diário terá um custo de 10 euros e o passe anual de 36 euros, sendo esta uma boa forma de promover a mobilidade sustentável para os lisboetas – que poderão fazer a gestão do serviço através de uma aplicação móvel.

Peca por tardia esta boa notícia, claramente (e finalmente) catapultada pelo aumento consistente do tráfego de turistas na cidade. Para ajudar a combater a inclinação tão característica da capital, cerca de 900 destas bicicletas serão elétricas – e ainda bem, que 7 colinas a pedalar não é para todos.

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kfc.jpg

E quando pensamos já ter visto tudo (ou quase tudo), a KFC lançou neste verão um protetor solar com cheiro a… frango frito.

O Extra Crispy Sunscreen foi uma forma divertida de levar a marca aos fãs mais incondicionais, tendo as 3.000 embalagens sido distribuídas através de um microsite e… esgotado.

 

 

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Vitalis, atletas-paralimpicos.png

Excelente a campanha da Vitalis, de apoio aos atletas paralímpicos portugueses.

“Um manifesto sobre motivação, superação, empenho e trabalho árduo, retratado pela força e garra dos vários atletas paralímpicos da delegação portuguesa, que participam no filme".

E tu tens sede de quê?

 

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Metro

02.09.16

metro_logo.jpg

O valor da imprensa é inquestionável, seja paga ou gratuita. Mas é, definitivamente, menor do que há uns anos atrás.

A notícia do fim de um título como o Metro (em Portugal) é mais uma que vem ao encontro de que os hábitos de leitura mudaram, que os smartphones nas mãos dos consumidores roubaram tempo ao papel e que, consequentemente, tornaram a imprensa menos apetecível para as marcas. E por muito que surjam notícias acerca do aparecimento de novos títulos (como a do novo económico semanal), esta tendência é irreversível e quase irreparável - a não ser que o papel seja suportado por um canal on-line muitíssimo forte e/ou por ativações e eventos que reforcem as receitas publicitárias dos títulos.

O fecho do Metro mexeu particularmente comigo e com muitas das pessoas de quem gosto nos meios. Sei que ficou o esforço. E o orgulho e memórias de dias bons, com excelentes edições inovadoras e diferenciadoras do ponto de vista editorial e de notáveis ações de marketing desenvolvidas em parceria com os anunciantes.

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