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Texto excelente. Vale a pena ler, sobretudo por sportinguistas. Aqui.

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Cidade Gráfica

10.03.17

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Representando uma grande parte do património gráfico de Lisboa do século XX, esta exposição do MUDE está patente no Convento da Trindade até ao próximo dia 18 de Março e vale muito a pena visitar (a entrada é livre).

Em exibição estão 70 letreiros e reclames que desapareceram do nosso horizonte visual por causa das várias reabilitações urbanas - ou porque as empresas entretanto fecharam a sua atividade ou evoluíram e adaptaram a sua comunicação para outros tempos - e representa uma importante memória da nossa cultura citadina.

Bom programa para o fim-de-semana.

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Super Bock

09.03.17

Excelente campanha esta que assinala os 90 anos da Super Bock. Um grande filme que torna a cerveja cúmplice de vários momentos importantes de transformação da história. E grande cerveja! Parabéns!

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Não conheço a Argentina, mas há já muito tempo que está claramente no meu top of mind como um dos destinos mais desejados para um big break. O Ministério de Turismo local promoveu recentemente duas campanhas que me estão a “dar a volta ao miolo” e a querer tornar esta viagem uma absoluta prioridade…

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A democracia

06.03.17

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Bruno de Carvalho foi soberanamente eleito presidente do Sporting Clube de Portugal, numa enorme manifestação de sportinguismo por parte de todos os associados que foram votar. Ele, o amigo Ricciardi e toda a sua “entourage” vão continuar a fazer do clube o que quiserem, uma vez que a esmagadora maioria dos sócios soberanamente os legitimaram para tal.

Resta-me a certeza de que o presidente passará, mas o clube ficará. Infelizmente, enquanto esta figura lá estiver, o Sporting Clube de Portugal será aquilo que ela quiser e não o que os sócios quiserem – embora, com tantos votos a seu favor, a confluência de interesses seja, pelos vistos, grande.

Resta-me a esperança de que - apesar da jactância verbal ser inenarrável e inaceitável - talvez venha de lá uma gestão desportiva e financeira que possa de alguma forma atenuar a descaracterização do nível do clube e que o 'bardamerda para quem não é do Sporting' no discurso de vitória tenha sido apenas (mais um) engano.

E que fique claro que, mesmo não me revendo minimamente na tumultuosa forma de liderança, jamais me passará pela cabeça deixar de apoiar o meu clube. Viva o Sporting!

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Tenho-me abstraído de escrever aqui sobre o meu clube, porque me custa. Porque vejo coisas a acontecer pelas mãos (e boca, sobretudo pela boca) da figura máxima do atual presidente que são tão tristes e difíceis de digerir que expô-las é também para mim quase doloroso - como creio que o seja para uma fatia significativa de camaradas sportinguistas.

No entanto, na véspera das eleições, e em jeito de reflexão, é para mim claríssimo que Bruno de Carvalho não devia continuar como presidente do Sporting Clube de Portugal. Mesmo sabendo que ganhará, provavelmente até com uma maioria clara, jamais poderei votar em quem durante os últimos anos não trouxe vitórias ao clube, se acha seu dono, vê conspirações e inimigos por todo o lado e anda de “peito feito” como se tivesse ganho todos os títulos possíveis e imaginários; são aliás estes últimos que vislumbro para os próximos anos, se mantivermos este sportinguista (disso não tenho quaisquer dúvidas) a presidir a nossa respeitável instituição.

Já aqui o disse, BDC teve o mérito de acordar um leão quase morto e ressuscitar muitos dos sócios que tinham deixado de acompanhar a equipa. Teve também o mérito de fazer alguma coisa pela valorização patrimonial e financeira do clube, embora aqui tenha algumas reservas (quem trabalha na área financeira sabe que não é difícil “mascarar” números, mesmo os que se apresentam em relatórios e contas).

No entanto, não me parece concebível votar em alguém que, para além dos poucos títulos desportivos, esteja com a boca cheia de banalidades e fale com o mundo em geral (sportinguistas incluídos) como quem se dirige a um conjunto de criancinhas. Em consciência, não posso votar em alguém que não aprende com os erros e semeia ventos por todo o lado, que desrespeita sistematicamente tudo e todos (sportinguistas incluídos) e tem uma estratégia titubeante e inconsistente para o clube. Não posso confiar numa pessoa que depois de ter apregoado “cobras e lagartos” de membros de anteriores direções, tenha agora como “porta-bandeira” alguém que transmite tudo menos credibilidade e confiança financeira aos sócios e investidores. Que na sua primeira candidatura prometeu milhões de fundos russos ou americanos ou lá de onde eram. Que rasga contratos de forma irresponsável porque lhe deu na mona, não respeitando os interesses do clube e colocando-os bem atrás das suas infantilidades.

Não posso MESMO dar crédito a alguém que demagogicamente prometeu campeonatos ano após ano (“o Sporting vai ser campeão em tudo!”), o naming do estádio e da academia ou o fecho do fosso (o do estádio e o que - metaforicamente - nos separa dos nossos rivais). Que tem neste momento a estrutura mais cara da história do clube, da equipa principal às modalidades – e qualquer leigo em gestão sabe que o efeito boomerang de uma situação destas poderá ser francamente grave, a partir do momento em que as receitas não são (em larga escala) fontes fixas de rendimento.

O Sporting de hoje gasta demais e ganha de menos. E tem um líder que continua (como ontem) com o discurso fracassado e populista dos seus antecessores na altura das derrotas: “Se não tem acontecido aquele jogo na Luz estaríamos em primeiro” (caro BDC, faça contas. Estamos a uma dezena de pontos dos primeiros…) ou “Eu assumo todos os erros e já sabemos o que vamos fazer na próxima época para os corrigir” (a sério, mesmo a sério? outra vez a mesma lengalenga?).

Já o disse aqui também e repito: o lugar de BDC é na bancada a apoiar o clube, onde saberá, com toda a certeza, como eu aliás, cumprir bem as suas funções.

Mas esta é apenas a minha modesta opinião. Respeitarei sempre quem ache que os desígnios do clube lhe estarão melhor entregues do que ao outro candidato – que, não me enchendo as medidas é o garante de um perfil de liderança diametralmente oposto ao atual e de que dias piores muito provavelmente não teremos.

Apresentou uma estrutura e uma equipa aparentemente competentes, um treinador e coordenador para o futebol com currículo para fazerem um bom trabalho e fez promessas - como sempre e em todas as eleições - que agradam e diferem em muito do trabalho feito pelo atual presidente, nomeadamente mais rigor nas contratações (espero que muito mais) e maior aproveitamento e potencialização da academia e da formação.

Compromete-se a fundamentais ajustes e rigor orçamental, diz que (com muito agrado da minha parte), os novos contratos terão uma forte componente variável (ou seja, por objetivos) e que se o treinador não ganhar sairá no final dos dois anos de contrato.

Acaba-se a espécie de monarquia instalada e passamos a ter um presidente a gerir as várias lideranças por área do clube. Regressa o basquetebol e avança o naming do estádio.

Espero que, se por acaso ganhar, acabe também de vez as obsessões várias pelos rivais (o que não significa falta de firmeza, quando necessário) e passe a imagem de que no clube as relações com os outros (sócios, fornecedores, parceiros, rivais, etc) são vividas de forma saudável e respeitosa.

É tendo a certeza que independentemente do resultado das eleições, continuarei a ser do Sporting e estarei sempre nas bancadas a apoiar as várias equipas, que espero que o ato eleitoral de amanhã corra de forma “limpinha, limpinha”, sem candidatos nas filas de votantes a exercer uma derradeira pressão no voto, sem que suspeitas existam na contagem dos mesmos e que o Sporting Clube de Portugal saia dignificado de mais esta etapa.

Ricardo Branco, Sócio nr 10.251

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Foi na 3ªf, o dia oficial das doenças raras. Este tema deu o mote a um vídeo de sensibilização sobre o tema, sobre quem procura respostas difíceis de encontrar e sofre pela frustração e isolamento subsequentes.

Ajuda, esclarecimentos, apoios e iniciativas várias, podem ser encontrados na Aliança Portuguesa de Associações das Doenças Raras.

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